Grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, podem ser oportunidades para aumentar o consumo de orgânicos no país. Uma campanha, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, tem o objetivo não só de promover o consumo consciente, como também de aumentar a circulação desses produtos no varejo.

"A intenção é aproximar oferta da demanda. E a Copa pode acelerar isso", afirma o coordenador do Núcleo Copa Orgânica e Sustentável, Arnoldo de Campos. Segundo Campos, o mercado de orgânicos movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano. A meta é fazer esse número dobrar até o fim de 2014.


Além de estimular o consumo de orgânicos, a campanha Copa Orgânica e Sustentável, quer chamar a atenção do consumidor para valorizar também outros aspectos relativos à produção, como agricultura familiar, certificação de origem, comércio justo e economia solidária. Entre os produtos oferecidos no programa estão alimentos, bebidas, cosméticos e artesanato.

O projeto está fazendo parcerias com empreendimentos das 12 cidades-sede da Copa. Os estabelecimentos podem aderir à campanha comercializando os produtos credenciados direta ou indiretamente. Campos explica que "pode participar tanto um hotel que utilize peças artesanais de uma comunidade da Amazônia em sua decoração, quanto um restaurante que cozinhe refeições a partir de produtos orgânicos".

Os estabelecimentos que optarem por participar serão promovidos e farão parte de um guia de apoiadores da campanha. Segundo Campos, o foco é chegar a locais onde o consumidor vai circular durante a Copa, como bares, restaurantes, hotéis e estádios. "É o momento de expor o produto amazônico, da Caatinga, a nossa diversidade rural", afirma. O projeto deve ser lançado até o fim deste ano, para que seja testado na Copa das Confederações, que ocorre no país no ano que vem.

Campos vê os grandes eventos como catalizadores. "Se o hotel incorpora esses produtos para a Copa, dificilmente vai deixar de fazê-lo depois". Ele diz que a intenção é deixar esse tipo de consumo consciente como um dos legados da Copa.

Fonte: Terra

Grandes eventos

Grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, podem ser oportunidades para aumentar o consumo de orgânicos no país. Uma campanha, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Núcleo Temático Copa Orgânica e Sustentável, tem o objetivo não só de promover o consumo consciente, como também de aumentar a circulação desses produtos no varejo.

"A intenção é aproximar oferta da demanda. E a Copa pode acelerar isso", afirma o coordenador do Núcleo Copa Orgânica e Sustentável, Arnoldo de Campos. Segundo Campos, o mercado de orgânicos movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano. A meta é fazer esse número dobrar até o fim de 2014.

Além de estimular o consumo de orgânicos, a campanha Copa Orgânica e Sustentável, quer chamar a atenção do consumidor para valorizar também outros aspectos relativos à produção, como agricultura familiar, certificação de origem, comércio justo e economia solidária. Entre os produtos oferecidos no programa estão alimentos, bebidas, cosméticos e artesanato.

O projeto está fazendo parcerias com empreendimentos das 12 cidades-sede da Copa. Os estabelecimentos podem aderir à campanha comercializando os produtos credenciados direta ou indiretamente. Campos explica que "pode participar tanto um hotel que utilize peças artesanais de uma comunidade da Amazônia em sua decoração, quanto um restaurante que cozinhe refeições a partir de produtos orgânicos".

Os estabelecimentos que optarem por participar serão promovidos e farão parte de um guia de apoiadores da campanha. Segundo Campos, o foco é chegar a locais onde o consumidor vai circular durante a Copa, como bares, restaurantes, hotéis e estádios. "É o momento de expor o produto amazônico, da Caatinga, a nossa diversidade rural", afirma. O projeto deve ser lançado até o fim deste ano, para que seja testado na Copa das Confederações, que ocorre no país no ano que vem.

Campos vê os grandes eventos como catalizadores. "Se o hotel incorpora esses produtos para a Copa, dificilmente vai deixar de fazê-lo depois". Ele diz que a intenção é deixar esse tipo de consumo consciente como um dos legados da Copa.

Fonte: Terra